sexta-feira, 2 de maio de 2014

Perdidas em Flores e Dores - Parte 3



Naquele momento, percebi que manter-me calada era o melhor que poderia fazer, algumas lagrimas rolaram sobre meu rosto e caíram na agua, misturando-se a ela, ele soltou-me e colocou em suas mãos um liquido viscoso, passando em mim logo em seguida, fazia bolhas, o cheiro artificial de morango invadiu o banheiro e meu corpo, ele não era bruto ao me lavar e nem pervertido, parecia apenas sério e firme. Tive o corpo ensaboado até a cintura, onde fechei as pernas, assustada, ele pareceu por um momento nervoso e respirou fundo, olhando-me de forma repreensivo, aquilo foi o suficiente para eu abrir as pernas e deixar que ele lavasse-me ali, sem protestar, seus dedos percorreram minha parte intima em uma massagem calma, porém firme, durante longos minutos, eu ficava desconfortável com aquilo, me encostando mais sobre a banheira, então ele parou e pegou o pequeno chuveiro de mangueira, e começou a molhar-me mais, enquanto a agua com sabão escorria pelo ralo que ele havia aberto, toda aquela sujeira se foi e agora eu cheirava a morango, o que não era algo ruim.
Ele me retirou da banheira e sentou-me em uma cadeira, sem esforço, secou-me calado e sempre gentil, após isso, me levando para o quarto em seus braços, deitou-me na cama e abriu o armario branco que havia ali, retirando uma fralda desenhada, talco, óleo para  bebê e lenços humidecidos, percebi que havia algo escondido em sua mão, mas não identifiquei o que era.

 - Se não tem filhos, o que é isto em suas mãos ?

Perguntei curiosa, novamente ele me mandou aquele olhar repreendedor mas não me machucou, sentou-se na cama e acariciou minhas coisas, enquanto as abria.

 - Agora eu tenho o que eu posso chamar de... Filha.

Minhas bochechas ficavam vermelhas, envergonhada com minha parte intima à mostra, ele a acariciou, enquanto passava algo humido e gelado em mim, tentei fechar as pernas, mas ele impediu, tocando forte em minha coxa.

 - Fique calma, estou apenas te preparando. Não será doloroso... Desta vez.

Wanted levantou-se e abriu a gaveta do criado-mudo, retirando dali uma chupeta de cor lilás com singelos brilhos, aproximando-a de minha boca.

 - Isto deve acalma-la, diga " aaahhhh..."

Recusei, ele estava louco, virei meu rosto para o outro lado, irritada, então ele não pensou duas vezes em pegar em meu queixo e virar-me, forçando-me a abrir a boca e colocando aquele objeto à dentro.

 - Se cuspir, juro que terá algo pior. Que realmente lhe dará motivos para chorar.

Largou-me e voltou a sentar-se, arrumando-me na cama e pegando-me no colo, indo até o canto da parede onde havia uma grande base acolchoada, muito parecida com um trocador, porém enorme.

 - Fique quietinha aqui.

Ele voltou a cama, e pegou tudo novamente, colocando em cima da cômoda ao lado, senti então algo ser polvilhado sobre mim, não era gelado e tinha um cheiro muito bom e suave, tentei ver o que era, e apenas vi um pouco de pó branco, talco ? Provavelmente, não me incomodei muito, pois era relativamente relaxante, até aquele retardado começar a espalhar em mim com suas mãos gentis e firmes, mordi forte a chupeta em minha boca, aquilo não durou muito, ele juntou minhas pernas e as levantou para cima com extrema facilidade, colocando a fralda em baixo de mim, agora, entendi o que ele queria fazer, e protestei.

 - NÃO SOU UMA CRIANÇA !

 Um tapa em minhas nádegas a mostra foi o suficiente para me fazer calar a boca, o pó do talco subiu, fazendo-me tossir e retirar a chupeta da boca com as mãos, ele soltou-me em cima da fralda, e foi do meu lado, olhando-me de forma severa, retirou a chupeta da minha mão e a forçou contra minha boca, fazendo-me chupa-la a força.

 - Não retire mais isso ! Parece que gosta de sofrer.

Foi novamente para o outro lado daquele trocador, e seus dedos tocaram meu íntimo, introduzondo ago que não consegui identificar, não era grande e incomodava muito, de forma que ficou lá dentro sem problemas, ele fechou a fralda em mim, e retirou da gaveta de baixo daquele trocador, uma fralda plástica colorida com bobados sutis.

- Se tivesse obedecido, eu não precisaria fazer isso...

Ele retirou-me do trocador, me deixando de pé no chão desta vez, indo até o armario, e dali, retirando o que parecia ser um vestido infantil inglês do século passado, cheio de babados, vestiu-me sem pudor, eu não protestei,a  final, não gostava de ficar nua na frente dele, após isso, ele me mostrou um controle em suas mãos.

 - Isso sera o suficiente para fazer você abrir a boca para fazer algo que eu gosto de ouvir... Para seu bem, seja uma boa garota.

Abaixei a cabeça, tentando entender o que estava acontecendo, ele passou a mão em meu rosto, e sorriu de forma leve.

 - Não fique assustada, se for boa para mim, serei bom para você... Venha.

E pegou-me pela mão, puxando, eu simplesmente não sabia se deveria me ajoelhar e engatinhar novamente ou se podia simplesmente andar como uma pessoa normal, resolvi dar um passo, e ele não protestou, então entendi que poderia andar.
Ele saiu do quarto guiando-me, perceb que o quarto que eu estava era apenas um dos varios quartos que haviam naquele corredor, na verdade, eu não sabia se eram realmente quartos, pois as portas estavam fechadas, ele decia uma escada espiral, e eu reparava em tudo, a grandiosidade daquele lugar, os grandes lustres no salão de entrada principal a qual me deparei ao decer da escada, as enormes janelas que davam a vista de um grande jardim murado, rodeado de arvores, e as cores vibrnates na parede e teto, eram douradas, marrons, e brancas, as cortinas cor-de-vinho. Ele foi até o sofá redondo que tinha no centro da sala, e empurrou-me, fazendo-me sentar desajeitada.

 - Aqui nesta casa você receberá educação, porque uma dama educada é tudo, não precisará se preocupar com frio ou com comida, terá suas roupas lavadas e um berço quente sempre que precisar. É claro, tudo isso se você merecer, caso contrário, eu lhe amarrarei lá fora na chuva, a deixarei sem comer e nua. E apesar de eu necessitar fazer isso, não confunda com eu gostar de fazê-lo. 

Senti algo estranho dentro de mim, lá em baixo, algo começava a vibrar, me fazendo ter sensações estranhas e ficar envergonhada, ele mostrou-me o controle, eu fechava as pernas, envergonhada.

 - Coloquei dentro de si um bullet¹, eu posso ativa-lo ou desativa-lo quando eu quiser.

Então, aquela sensação parou, ele me olhou de forma perversa.

 - Isto é a coisa mais leve que pensei para controlar a senhorita inicialmente. Espero que seja o suficiente, apesar de adorar marcar um corpo como o seu, não gostaria de ter este trabalho tão cedo.
Entendeu ?

Nada disse ele pareceu ficar irritado, e prosseguiu.

 - Quando eu lhe fizer uma pergunta, apenas responda " Sim, senhor " ou " Não, senhor ", entendeu ?

 - Sim, senhor. - Arrisquei-me a dizer.


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Demorou, mais saiu ! O conto 3 eu agradeço ao André/Broly/Berserker/Jet/Kish, um amigo que me ajudou e que mesmo sem perceber, me da bastante força, ele pode não se lembrar da interpretação de 4 anos atrás, a qual esse conto esta sendo baseado, mas que fique sabendo que se não fosse ele, talvez isso aqui teria um conto bem diferente !
Agradeço também ao povo chato do ASK que fica literalmente me IRRITANDO para postar isso aqui, na boa ? Vão chupar uma manga ! D:

Bullet¹ é um aparelho esférico pequeno e vibratorio, existem de vários tamanhos e modos, mas o mais conhecido é o oval pequeno com um controle que pode ou não ter fio, ele pode ter varias velocidade.

com  fio

sem fio

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